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Gravei meu vídeo, e agora?

Pronto, o seu vídeo está gravado. Você já captou todas as imagens, tomou cuidado com a luz, os ângulos e os planos. E agora, qual é o próximo passo?

Independentemente do tipo de vídeo, se é comercial, institucional ou filme, é a narrativa que vai realmente prender o espectador. A forma como a história é contada é fundamental para que o objetivo do projeto seja alcançado.

É aí que entra a edição. A forma como você vai montar os takes, os cortes entre uma imagem e outra, o uso ou não de artes gráficas e, claro, a duração do seu vídeo, é importantíssima para a construção do storytelling e de uma linguagem que vai realmente se comunicar com o espectador.

A edição não começa apenas após as filmagens. Ela deve ser pensada e preparada mesmo antes das gravações, na construção de um roteiro dinâmico e estruturado, definindo o objetivo e a quem se destina. Assim, facilita o trabalho dos produtores e cinegrafistas e, posteriormente do editor das imagens, que vai ter uma linha a seguir.

O diferencial de um vídeo bem produzido para outro que terá um número baixo de visualizações é a sua construção. A organização das cenas e apresentação dos fatos não precisa ser necessariamente linear, mas ela deve criar uma história e prender até o final a atenção de quem está assistindo.

Se editar um vídeo é como se fosse contar uma história, os programas e as técnicas de edição são como a caneta e o papel na redação. Existem hoje várias formas de criar um dinamismo a mais na edição das imagens:

  • Jump Cut: cortes secos entre os takes;
  • Transições: são truques para fazer a transição entre cenas. Podem ser ou não gráficas, troca de cenários ou lugares ou até pequenos takes da cidade para reforçar a passagem do tempo;
  • B-roll: cenas de cobertura que complementam um raciocínio e servem para ilustrar o que está sendo dito;
  • Efeito Kuleshov: corte entre takes de significados distintos que, quando estão juntos, criam uma nova significação às cenas;
  • Programas de edição: há inúmeros softwares de edição de imagens, com diversas opções existentes para complementar suas filmagens. Aí, vale escolher aquele que mais se adéqua ao sistema operacional que você utiliza para trabalhar.

Ser um bom produtor audiovisual não se restringe a ter acesso às melhores técnicas, equipamentos e programas. É usar tudo isso para se tornar um bom contador de histórias, capaz de conversar com o público-alvo. Então, invista em cursos que vão te dar a oportunidade de você aliar o seu potencial a um know-how completo!

Tags: Mercado de Vídeos

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